DOCES DIVAGAÇÕES

Pensamentos voam e, de repente, pousam aqui.

Mission: Impossible – Ghost Protocol

Quem imagina que a franquia Missão Impossível estará fraca em sua 4 ª edição pode cometer um erro considerável. Primeiramente vamos às informações técnicas do filme: dirigido por Brad Bird, escrito por Josh Appelbaum e André Nemec e estrelado por Tom Cruise (agente Ethan Hunt), Jeremy Renner (analista Brandt), Simon Pegg (Benji Dunn) e a incrível Paula Patton (Jane Carter). Participações memoráveis de Tom Wilkinson (secretário da FMI) e Léa Seydoux (Sabine Moreau).

O filme conta com aproximadamente imperceptíveis 132 minutos, tamanha tensão sentida durante o longa-metragem. Na abertura do filme surgem referências às missões anteriores, bem como às personagens e, principalmente, às cenas de ação. Tudo, é claro, com o clássico tema da franquia Missão Impossível, feito por Lalo Schifrin.

A trama é relativamente simples: a fim de criar uma nova era, com a ocorrência de uma Guerra Mundial Nuclear, um ataque terrorista destrói o Kremlin (sede do governo da Rússia e da extinta União Soviética). A culpabilidade do ato recai sobre os Estados Unidos, gerando tensão entre os dois países. O governo dos EUA inicia secretamente o Protocolo Fantasma, acabando com toda a força-tarefa Missão: Impossível (FMI). Ethan Hunt e sua equipe são considerados culpados pelo ataque e, caso algum integrante de sua equipe seja capturado durante a missão, eles serão expostos como terroristas tentando incitar a referida Guerra Nuclear. Ethan e sua equipe estão sozinhos em mais uma missão impossível: impedir que o estrategista nuclear russo Kurt Hendricks (interpretado por Michael Nyqvist) consiga lançar o míssil nuclear sobre os Estados Unidos, com alvo em Nova Iorque.

Caso você esteja pensado que o filme é muito longo, acredite, há muita ação, comédia e suspense durante o filme. Só para se ter uma ideia, o filme teve locações em Dubai, Praga, Moscou, Mumbai, Bangalore e Vancouver. E onde mais poderia Tom Cruise atuar com grande estilo? No maior arranha-céu já construído pelo homem, o Burj Khalifa Bin Zayid (em árabe: برج خليفة; “Torre de Khalifa”), anteriormente conhecido como Burj Dubai. Imponente construção, são meros 828 metros de altura com 160 andares habitáveis. As cenas de ação foram feitas diretamente pelos atores envolvidos, sem qualquer utilização de dublês. É impressionante ver Tom Cruise  escalar as janelas do Burj Khalifa em busca da área de infraestrutura de TI do prédio (tinham de hackear o sistema de segurança de alguma maneira).

Aliás, toda a locação do filme é feita com primazia, digna de louvor. Mesmo aquelas cenas (especialmente a queda logo no início do filme) em que você pensaria “Ah, fala sério, isso é coisa de filme“, são exploradas de maneira passível de realização. Não somente o inglês é utilizado no filme, portanto se você treinou as linguagens russa, indiana e francesa não terá dificuldades em determinadas partes do filme.

É difícil não lembrar de James BondMacGyver quando se assiste a um filme assim. Todavia, o aparato tecnológico utilizado no filme é bastante aceitável atualmente. Referências explícitas ao universo Apple, com iPhones, iPad e MacBook Air, além da Dell, para o universo das estações servidoras. Obviamente que não para por aí. Um dos grandes chamarizes dos filmes de ação certamente são os carros esportivos. E, neste filme, não faltou. Fomos agraciados com a presença de um protótipo híbrido futurista da BMW, o incrível i8, além de um modelo conversível da série 6.

Outro ponto que não pode ser deixado de lado é relacionado à vitalidade e à atuação dos atores. Tom Cruise está com 49 anos e fez todas as cenas sem auxílio de dublês. Quem porventura reclamar do corpo dele, que já não é mais o mesmo, deveria pensar duas vezes. Bem, o casamento com a Katie Holmes deve fazer muito bem a ele! E, como não poderia deixar de ser, a trilha sonora do filme foi composta por Michael Giacchino. Lembram-se da atuação dele em Super 8, Let me In, Star Trek e o próprio Missão Impossível III?

Conclusão: sou facilmente suscetível a gostar de muitas obras cinematográficas, mas saí do cinema mais do que satisfeito com Missão Impossível – Protocolo Fantasma. Fazia tempo que não sentia tanta realidade num filme de ação. Recomendo, “if you choose to accept“.

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Um comentário em “Mission: Impossible – Ghost Protocol

  1. IMF
    05/01/12

    Piada do filme, o ator que interpreta o agente da inteligência da IMF que ae junta á equipe, na vida real, e homossexual e ao saber disso a piada que ele solta na antepenúltima cena se ação do filme ( a do ventilador gigante), em que ele diz q na próxima vez será ele a seduzir o Playboy bilionario tem outro sabor! Heheehehe

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Publicado às 23/12/11 por em Filmes e marcado , , , , .
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