DOCES DIVAGAÇÕES

Pensamentos voam e, de repente, pousam aqui.

Forças para novos horizontes

Aparentemente, textos reflexivos, que tratam do cerne do ser humano, são cada vez mais escritos e procurados pela Internet. Já divaguei sobre alguns deles, como foi o caso de Desejo e Reparação, Quando um sentimento bate a porta, Fim de semana da depressão e Se você pudesse mudar algo, o que seria?. Um fato é, gosto de escrever textos que abordam essas questões. Não que eu tenha tantos argumentos ou base de conhecimento para tal, mas a temática abstrata é interessante de ser abordada.

Nesse sentido de divagações, percebo o quanto o ser humano é suscetível aos pensamentos que tem de si mesmo. Traduzindo em miúdos: somos um reflexo projetado de nossos pensamentos, sejam eles bons ou ruins. A percepção individual é, certamente, diferente da coletiva e isso acaba, em larga escala, por frustrar os desejos de cada um. Ora, se de forma tão simplória estou dizendo que somos aquilo que pensamos, por que as mudanças são tão complicadas? Por que é tão difícil, para certos indivíduos, mudarem de emprego, de estilo, de hábitos ou o que mais quiserem? Porque a mente é quem comanda tudo.

Hein? Mas a mente é comandada por nós, seres humanos! Certo. Mas a influência exercida pelo ambiente externo é preponderante para determinar, a  médio ou longo prazo, o quanto somos suscetíveis aos sinais recebidos, traduzidos e incorporados. No fim das contas, somos levados a crer por tais estímulos, descartando qualquer possibilidade de mudança interna. O que fazer, então? Primeiramente, acreditar em si mesmo.

A grande mudança na mente advém de força de vontade, originada a partir do âmago do indivíduo. E não basta ter força de vontade, há que se definir o que se quer. Naturalmente, esse não é um processo fácil. Requer prática e determinação. Um sujeito depressivo dificilmente terá ânimo para mudar de situação, uma vez que se vê preso, condenado por tempo indefinido à prostração nada benéfica. Ninguém percebe que se encontra numa situação ruim até que uma luz seja iluminada em seu caminho. É preciso que ocorra algo que lhe chame a atenção. Felizmente, nada é por acaso e não há coincidências.

Os sinais podem ser vistos a qualquer momento, em qualquer lugar e por qualquer pessoa. Como determinar se esse será um sinal para você? Não há fórmula específica, tampouco receita de bolo. Mas pare, pense e olhe ao seu redor. Veja a condição em que se encontra e o que deseja mudar. Por vezes temos a impressão de que tudo está tranquilo e nada precisa ser feito. REVEJA isso agora mesmo. Nada está tão bom que não pode ficar melhor. E somente quando você se der conta daquilo que precisa mudar em si mesmo, ou na sua vida, terá condições de criar forças para lutar e vencer.

A mente humana é um instrumento de força incalculável e de resultados incomensuráveis. Os efeitos, por sua vez, certamente podem ser vistos como bons ou ruins. Caberá a cada indivíduo decidir como quer usar sua mente. Os novos horizontes estarão disponíveis àqueles que tentarem, mesmo que minimamente, uma mudança para melhor. A cada degrau, uma visão melhor, de todo o ambiente. A cada novo passo, uma diferente percepção de si mesmo, da vida e daqueles que estão ao nosso redor. Num novo horizonte, uma visão do que é primordial, fundamental e desnecessário às nossas vidas. Renove-se.

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Publicado às 05/09/11 por em Reflexão e marcado , , , , , .
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