DOCES DIVAGAÇÕES

Pensamentos voam e, de repente, pousam aqui.

Dia dos Namorados – Parte III

Não tenho certeza se, um dia, poderei concluir, com plena certeza, alguma divagação envolvendo um dos sentimentos mais simples, mas de incrível complexidade para os seres humanos: o amor. Não tratarei da estória e da origem da comemoração do Dia dos Namorados, mas, basicamente, por ser o Dia de São Valentim, esta é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais, sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons [para maiores detalhes: Wiki].

De certa forma, o preâmbulo abordado nas partes I e II são antagônicas, pois retratam a crueldade daqueles que estão solteiros no Dia 12, mas também a felicidade daqueles que estão com alguém, respectivamente. Sendo assim, acredito ser interessante uma abordagem sob esses dois aspectos.

Solteiro(a)? E agora?

Talvez a primeira coisa a se analisar nesta situação é: qual a razão para que seu estado civil seja “solteiro(a)“? Seria demasiado frio dizer “porque você quer assim“, como alguns acreditam, e penso que há uma série de fatores envolvidos para que você esteja solteiro(a), a saber:
– você terminou um relacionamento recentemente e não se sente preparado(a) para seguir adiante com outra pessoa;
– você sente algo por alguém, mas tem vários motivos para crer que ele/ela não o(a) desejará;
– você gosta de alguém comprometido com outra pessoa;
– você está em um momento de reflexão interior e aguarda o momento certo para agir.
Estes são os mais comuns motivos para uma suposta solteirice, mas certamente há muitos outros. Sem se prender a qualquer um dos motivos acima (ou mesmo de outros possíveis e particulares), acredito que o importante é: valorizar-se primeiro, para então começar a gostar de alguém. Não há evidências, mas é fato.

Lamúrias, surtos de depressão e devaneios psicóticos sobre um sofá com um pote de sorvete à mão não lhe ajudarão, em nada, a mudar a situação. Reflita sobre suas atitutes e sobre o seu jeito de ser. Afinal de contas, você não veio ao mundo a passeio, muito menos como um objeto inanimado sem qualquer utilidade. Entenda o que você pode (e deve) mudar em você. Observe o mundo ao seu redor: o que você quer ser e aonde você quer chegar. Quando você perceber quais são seus objetivos, basta listar os passos necessários para atingi-los. E um(a) namorado(a) certamente estará nesta lista.

Veja quem está ao seu redor. Procure no seu núcleo de amizades; no ambiente estudantil e/ou de trabalho e até mesmo com familiares. Defina o que você procura: ninguém nasceu na lixeira (ainda que seja muito comum mães abandonarem seus filhos lá) e, portanto, não deseja lixo para sua vida. Tenha foco para encontrar aquele(a) que você entende como seu(sua) namorado(a). Encontrou? Converse, abra o jogo!

As pessoas complicam em demasia o que poderia ser facilmente simplificado. Posso ser quadrado neste ponto, mas os homens têm de tomar as rédeas da situação e cortejar as mulheres: eles têm de dar o primeiro passo. Depois disso, é só alegria. Não faça com que meras convenções da sociedade sejam obstáculos para atingir seus objetivos. Tenha em mente, é claro, que toda e qualquer pessoa merece o devido respeito, pois cada um tem seu espaço.

Namorando? É aqui mesmo!

Então quer dizer que você já encontrou seu(sua) pombinho(a) dourado(a) e estão vivendo a vida como ela deve ser, certo? Tenha cuidado. Infelizmente tenho observado que, em muitos relacionamentos, os casais estão rápidos demais na expressão dos seus sentimentos. Na realidade, estão rápido para tudo. Na primeira semana de namoro o casal já se conhece num nível de intimidade que pode assustar certos familiares. Em poucos meses já dizem “eu te amo” como se fosse um mero “bom dia“. Na minha opinião, isso não é normal.

E parte disso ocorre justamente pela ânsia das pessoas em encontrar alguém, em firmar um relacionamento para atender necessidades básicas e/ou sociais. Não necessariamente há amor, em sua plenitude, numa relação dessas, que porventura acabará mais rápido do que se imagina. A rapidez com que as coisas começam e acontecem só aumentam as chances de um término precoce.

Se você já está em um relacionamento, observe se é isso mesmo que você deseja para você e para o seu(sua) namorado(a). O diálogo deve se fazer presente desde o momento do reconhecimento, das primeiras conversas, dos primeiros momentos juntos e inclusive dos momentos íntimos. Um casal que não discute a relação está predisposto às ruínas. E não falo em brigas, por favor, não me interpretem mal. Neste estágio, a maturidade do casal é um fator sine qua non para o sucesso da relação.

Aproveitem para fazer um programa a dois, com música adequada e ambiente aconchegante. Demonstrem o quanto gostam um do outro, quer seja por gestos ou por palavras. Permitam que ele/ela saiba que você gosta dele(a) e o(a) quer bem, ao seu lado, enquanto estiverem juntos. Que seja eterno, enquanto dure.

Conclusão

Está seguro de que é a pessoa certa? Então só posso dizer uma coisa: não tenha medo de ser feliz! Faça o que for necessário para que, ambos, alcancem a felicidade plena, não apenas no âmbito sentimental, mas também no financeiro, no profissional e no familiar. Afinal, vocês estão juntos e todos estes itens são anexos da relação, não sendo possível seu descarte.

Curtam este sentimento de amor e espalhem ao seu redor, pois o mundo precisa de pessoas felizes e prósperas. A carência nada mais é que o retrato da necessidade coletiva. Nascemos sozinhos e morreremos também sozinhos. Mas, nesse ínterim, é possível aproveitar diversos e maravilhosos momentos com alguém, pois será um bem recíproco e garantido! Um feliz Dia dos Namorados a todos.

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Publicado às 13/06/11 por em Reflexão e marcado , , , , .
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